Despedida...
Nada pode me retirar,
nem o mar me alcançar,
estou perdida e achada,
com medo e curada.
o preto está de volta ao olhar
em todas as manhãs
em suas vestes longas
em séculos passados,
seria a morte ?
o desprezo?
as marcas superficiais?
internas?
Caminho pela praia,
levo o meu pulsar,
o olhar me vê,
sinto o cheiro cair a cada passo longo,
afasto me.
o que cobre em preto
carrega meu desejo acima da pele,
nada importa,
nem o amor,
nem a dor,
pois apenas nele penso...
e qual era mesmo seu nome?
caminho pela praia,
as cruzes cruzam minha forma,
cada uma delas em seu aroma,
em seu devido morto,
e todos estão em volta do mais novo neste lugar,
comovidos,
entristecidos,
e eu...
falsos e insanos,
e ele
embaixo de meus pés,
finalmente
a escuridão se torna seu lar,
assim como é o meu...
caminho pelas cruzes,
cruzando os pés,
os dedos,
a sorte,
a voz...
meu poder se foi hoje,
eu e você,
a praia e...
o seu relógio parou meu amor,
o nosso relógio parou...
nem o mar me alcançar,
estou perdida e achada,
com medo e curada.
o preto está de volta ao olhar
em todas as manhãs
em suas vestes longas
em séculos passados,
seria a morte ?
o desprezo?
as marcas superficiais?
internas?
Caminho pela praia,
levo o meu pulsar,
o olhar me vê,
sinto o cheiro cair a cada passo longo,
afasto me.
o que cobre em preto
carrega meu desejo acima da pele,
nada importa,
nem o amor,
nem a dor,
pois apenas nele penso...
e qual era mesmo seu nome?
caminho pela praia,
as cruzes cruzam minha forma,
cada uma delas em seu aroma,
em seu devido morto,
e todos estão em volta do mais novo neste lugar,
comovidos,
entristecidos,
e eu...
falsos e insanos,
e ele
embaixo de meus pés,
finalmente
a escuridão se torna seu lar,
assim como é o meu...
caminho pelas cruzes,
cruzando os pés,
os dedos,
a sorte,
a voz...
meu poder se foi hoje,
eu e você,
a praia e...
o seu relógio parou meu amor,
o nosso relógio parou...


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